segunda-feira, 14 de junho de 2010

Artigo 6 da constituição

Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição

Estado de bem-estar social

Estado de bem-estar social (em inglês: Welfare State), também conhecido como Estado-providência, é um tipo de organização política e econômica que coloca o Estado (nação) como agente da promoção (protetor e defensor) social e organizador da economia. Nesta orientação, o Estado é o agente regulamentador de toda vida e saúde social, política e econômica do país em parceria com sindicatos e empresas privadas, em níveis diferentes, de acordo com a nação em questão. Cabe ao Estado do bem-estar social garantir serviços públicos e proteção à população.[1]

Os Estados de bem-estar social desenvolveram-se principalmente na Europa, onde seus princípios foram defendidos pela social-democracia, tendo sido implementado com maior intensidade nos Estados Escandinavos (ou países nórdicos) tais como a Suécia, a Dinamarca e a Noruega e a Finlandia),[2] sob a orientação do economista e sociologista sueco Karl Gunnar Myrdal. Ironicamente Gunnar Myrdal, um dos principais idealizadores do Estado de bem-estar-social dividiu, em 1974, o Prêmio de Ciências Econômicas (Premio Nobel) com seu rival ideológico Friedrich August von Hayek, um dos maiores defensores do livre mercado, economista da Escola Austríaca.

Esta forma de organização político-social, que se originou da Grande Depressão, se desenvolveu ainda mais com a ampliação do conceito de cidadania, com o fim dos governos totalitários da Europa Ocidental (nazismo, fascismo etc.) com a hegemonia dos governos sociais-democratas e, secundariamente, das correntes euro-comunistas, com base na concepção de que existem direitos sociais indissociáveis à existência de qualquer cidadão.

Pelos princípios do Estado de bem-estar social, todo o indivíduo teria o direito, desde seu nascimento até sua morte, a um conjunto de bens e serviços que deveriam ter seu fornecimento garantido seja diretamente através do Estado ou indiretamente, mediante seu poder de regulamentação sobre a sociedade civil. Esses direitos incluiriam a educação em todos os níveis, a assistência médica gratuita, o auxílio ao desempregado, a garantia de uma renda mínima, recursos adicionais para a criação dos filhos, etc.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Karl Marx - A luta de classes.

Este grande revolucionário, que também participou ativamente de organizações clandestinas com operários exilados, foi o criador da obra o Capital, livro publicado em 1867, que tem como tema principal a economia. Seu livro mostra estudos sobre o acúmulo de capital, identificando que o excedente originado pelos trabalhadores acaba sempre nas mãos dos capitalistas, classe que fica cada vez mais rica as custas do empobrecimento do proletariado. Com a colaboração de Engels, Marx escreveu também o Manifesto Comunista, onde não poupou críticas ao capitalismo.

Este notável personagem histórico faleceu em Londres, Inglaterra, em 14 de março de 1883, deixando muitos seguidores de seus ideais. Lênin foi um deles, e, na União Soviética, utilizou as idéias marxistas para sustentar o comunismo, que, sob sua liderança, foi renomeado para marxismo-leninismo. Contudo, alguns marxistas discordavam de certos caminhos escolhidos pelo líder russo.

Até hoje, as idéias marxistas continuam a influenciar muitos historiadores e cientistas sociais que, independente de aceitarem ou não as teorias do pensador alemão, concordam com a idéia de que para se compreender uma sociedade deve-se entender primeiramente sua forma de produção.

max weber - ação social

A obra de Weber, complexa e profunda, constitui um momento da compreensão dos fenômenos históricos e sociais e, ao mesmo tempo, da reflexão sobre o método das ciências histórico-sociais. Historiador, sociólogo, economista e político, Weber trata dos problemas metodológicos com a consciência das dificuldades que emergem do trabalho efetivo do historiador e do sociólogo, sobretudo com a competência do historiador, do sociólogo, e do economista. Crítico da "escola historicista" da economia (Roscher, Knies e Hildebrandt), Weber reivindica contra ela, a autonomia lógica e teórica da ciência, que não pode se submeter a entidades metafísicas como o "espírito do povo" que Savigny, nas pegadas de Hegel, concebia como criador do direito, dos sistemas econômicos, da linguagem e assim por diante. Para Weber, o "espírito do povo" é produto de inumeráveis variáveis culturais e não o fundamento real de todos os fenômenos culturais de um povo.

Por outro lado, o pensamento de Weber caracteriza-se pela crítica ao materialismo histórico, que dogmatiza e petrifica as relações entre as formas de produção e de trabalho (a chamada "estrutura") e as outras manifestações culturais da sociedade (a chamada "superestrutura"), quando na verdade se trata de uma relação que, a cada vez, deve ser esclarecida segundo a sua efetiva configuração. E, para Weber, isso significa que o cientista social deve estar pronto para o reconhecimento da influência que as formas culturais, como a religião, por exemplo, podem ter sobre a própria estrutura econômica.

segunda-feira, 8 de março de 2010

sociedade capitalista

Por volta do seculo XI, TEVE INICIO NA eUROPA oCIDENTAL UM LONGO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO COMERCIO, ACOMPANHADO PELO CRESCIMENTO DAS CIDADES.ESSE PROCESSO DEU ORIGEM A UMA NOVA FORCA SOCIAL A BURGUESIA MERCANTIL, QUE LOGO ENTRARIA EM CONFLITO COM A ESTRUTURA DA SOCIEDADE FEUDAL.JUNTAMENTE COM ELA, COMECOU A CRESCER A PARTICIPACAO DE TRABALHADORES LIVRES ASSALARIADOS NA VIDA ECONOMICA.DESSE MODO, NO PROPRIO INTERIOR DA SOCIEDADE FEUDAL COMECAVA A GERMINAR UM NOVO MODE DE PRODUCAO, O CAPITALISMO, QUE TOMARIA INICIALMENTE A FORMA DE CAPITALISMO MERCANTIL.
O MODO CAPITALISTA DE PRODUCAO, CARACTERIZAVA AS RELACOES ASSALARIADAS , E A PROPRIEDADE PRIVADA DOS MEIOS DE PRODUCAO PELA BURGUESIA.A FORMA BURGUESIA SUBSTITUI A FORMA FEUDAL DE PROPRIEDADE, ASSIM O TRABALHO ASSALARIADO PASSOU A OCUPAR UM LUGAR DO TRABALHO SERVIL QUE CARACTERIZOU O FEUDALISMO.SOB O CAPITALISMO A BURGUESIA POSSUI AS FABRICAS, OS CENTROS COMERCIAIS, AS GRANDES LOJAS, A BURGUESIA ERA PROPRIETARIA DOS MEIOS DE PRODUCAO,CIRCULACAO DE RIQUEZAS.AO CONTRARIO DO FEUDALISMO, QUANDO O SERVO ESTAVA LIGADO A TERRA, NO CAPITALISMO, O TRABALHADOR NAO E OBRIGSDO A FICAR SEMPRE NA MESMA PROPRIEDADE RURAL OU NA MESMA EMPRESA URBANA,ELE E LIVRE PARA SE EMPREGAR ONDE QUISER.DESDE QUE O CAPITALISTA O ACEITE COMO EMPREGADO.sociedade capitalistaao contrario o desenvolvimento da producao e movido pelo desejo do lucro.na sociedade feudal, a producao estava voltada para a satisfacao das necessidades imediatas das pessoas.

fabrica

Nosso dia vai chegar,
Teremos nossa vez.
Não é pedir demais:
Quero justiça,
Quero trabalhar em paz.
Não é muito o que lhe peço -
Eu quero um trabalho honesto
Em vez de escravidão.

Deve haver algum lugar
Onde o mais forte
Não consegue escravizar
Quem não tem chance.

De onde vem a indiferença
Temperada a ferro e fogo?
Quem guarda os portões da fábrica?

O céu já foi azul, mas agora é cinza
O que era verde aqui já não existe mais.
Quem me dera acreditar
Que não acontece nada de tanto brincar com fogo,
Que venha o fogo então.

Esse ar deixou minha vista cansada,
Nada demais.